O Carrão e o Tatuapé compartilham praticamente as mesmas avenidas — a Sannre Odontologia está a cerca de 10 minutos pela Av. Carrão. Mas o que diferencia o diagnóstico periodontal na Sannre não é só a localização: é o uso de tomografia cone beam e sondagem digital para mapear com precisão o quanto de osso foi perdido e onde — porque essa informação é o que define se o caso responde à curetagem ou já precisa de cirurgia periodontal.
- Diagnóstico por tomografia cone beam e sondagem digital
- Curetagem subgengival com anestesia — indolor no procedimento
- Cirurgia periodontal para bolsas ≥ 6 mm (estágios III e IV)
- Antibioticoterapia coadjuvante quando indicada
- ~10 min do Carrão pela Av. Carrão sentido Tatuapé
O que é periodontite e como ela se desenvolve?
No Carrão — bairro contíguo ao Tatuapé com forte demanda por cuidados de saúde na região — um dos padrões mais observados é a periodontite que chegou em estágio III ou IV porque nunca foi avaliada com sondagem periodontal. A periodontite é uma infecção bacteriana crônica que destrói progressivamente o osso alveolar e os tecidos de suporte dos dentes. O processo começa com a formação de biofilme (placa) na junção dente-gengiva — quando não removido, mineraliza e forma o tártaro, que não pode ser eliminado em casa e serve de base para bactérias mais agressivas.
Essas bactérias desencadeiam uma resposta inflamatória que forma bolsas periodontais — espaços entre o dente e a gengiva onde a infecção se aprofunda, protegida da escovação. Sem tratamento, as bolsas avançam, o osso recua e o dente perde suporte gradualmente até precisar ser extraído.
O que torna a periodontite especialmente perigosa é a ausência de dor nas fases iniciais e moderadas — a maioria dos pacientes só percebe o problema quando o dente já está se movendo ou a gengiva recuou visivelmente.
Gengivite vs. Periodontite: a gengivite é a inflamação restrita à gengiva — reversível com profilaxia e melhora de higiene. A periodontite é o estágio seguinte, com destruição óssea que não se reconstrói completamente. Detectar a progressão precocemente muda o prognóstico de forma definitiva.
Sintomas da periodontite
Para moradores do Carrão, a busca pelo periodontista costuma ocorrer quando um sinal mais óbvio aparece — o dente que está mole, a gengiva que recuou visivelmente. Mas a periodontite começa muito antes, com sinais discretos que raramente causam dor e que, identificados cedo, permitem um tratamento muito mais simples:
Gengiva que sangra ao escovar ou usar fio dental
Gengiva retraída — dentes aparentemente maiores
Mau hálito persistente resistente à higiene bucal
Sensibilidade ao frio, calor e alimentos ácidos
Dente que parece solto ou mudou de posição
Espaços entre os dentes que antes não existiam
Pus entre o dente e a gengiva
Dor ao mastigar em casos mais avançados
Se você identificou algum desses sinais, procure avaliação imediatamente — a periodontite não regride sem tratamento e tende a piorar progressivamente.
Estágios da periodontite
A classificação atual da periodontite em quatro estágios — baseada na gravidade da destruição e nos fatores de risco — determina diretamente o protocolo de tratamento:
Perda óssea leve, bolsas de até 4 mm. Responde muito bem à curetagem subgengival em 1 a 2 sessões, com excelente prognóstico de longo prazo.
Perda óssea moderada, bolsas de 5 a 6 mm. Tratável com curetagem subgengival em múltiplas sessões. Resposta à terapia não-cirúrgica avaliada em 4 a 8 semanas.
Perda óssea significativa, bolsas acima de 6 mm, possível mobilidade dental. Frequentemente requer cirurgia periodontal para acesso completo às raízes.
Comprometimento da função mastigatória, dentes com mobilidade acentuada ou perdidos. Requer abordagem cirúrgica e planejamento de reabilitação.
Tratamento da periodontite na Sannre
O protocolo de tratamento é definido após avaliação completa com sondagem periodontal digital e tomografia cone beam. Cada caso é planejado individualmente pelo Dr. Renato Kuszlewicz antes de qualquer procedimento.
Principal tratamento para estágios I e II. Remove biofilme e tártaro formados abaixo da gengiva, eliminando a fonte bacteriana da infecção. Realizada com anestesia local — indolor durante o procedimento.
Realizado junto à curetagem: o alisamento da superfície radicular dificulta nova adesão bacteriana e favorece a readesão do tecido gengival ao dente.
Em casos com infecção mais agressiva, antibióticos sistêmicos ou de liberação local dentro da bolsa periodontal potencializam os resultados da curetagem.
Indicada nos estágios III e IV: permite visualização direta da raiz e do osso, tratamento de defeitos ósseos e, quando indicada, regeneração tecidual guiada.
Após a fase ativa, retornos a cada 3 a 6 meses são indispensáveis. A periodontite é crônica — sem manutenção, a infecção retorna e a destruição recomeça.
Periodontite tem cura?
A destruição óssea causada pela periodontite é irreversível — o osso perdido não retorna completamente ao estado original. Porém, com tratamento especializado e manutenção regular, é totalmente possível estabilizar a doença, interromper a progressão e preservar os dentes por muitos anos.
O objetivo do tratamento não é "curar" no sentido de eliminar a doença para sempre, mas controlá-la de forma que não cause mais destruição. Pacientes que mantêm a manutenção periodontal em dia conseguem preservar seus dentes indefinidamente, mesmo com histórico de periodontite severa.
A manutenção periodontal é parte inegociável — não um opcional. Sem ela, a doença reativa e a destruição recomeça, geralmente em menos de 6 meses.
Periodontite e saúde geral
A periodontite não é uma doença restrita à boca. A inflamação crônica e as bactérias periodontais que entram na corrente sanguínea impactam outros sistemas do organismo. A evidência científica associa a periodontite não tratada a:
Relação bidirecional: a periodontite dificulta o controle glicêmico e o diabetes agrava a periodontite.
Infarto e AVC têm associação documentada com periodontite não tratada em estudos populacionais.
Periodontite ativa está associada a risco aumentado de parto prematuro e baixo peso ao nascer.
Bactérias orais aspiradas podem colonizar os pulmões, especialmente em pacientes com doença pulmonar prévia.
Pesquisas recentes associam bactérias periodontais à formação de placas amiloides características do Alzheimer.
A inflamação crônica sobrecarrega o sistema imune, reduzindo a capacidade de resposta a outras infecções.
"Tratar a periodontite é cuidar da saúde bucal e da saúde sistêmica ao mesmo tempo."
Por que tratar periodontite na Sannre?
A Sannre Odontologia é dirigida pelo Dr. Renato Kuszlewicz (CRO-SP 78.928), com 24 anos de experiência clínica em periodontia e reabilitação oral. Utilizamos tomografia cone beam, sondas periodontais digitais e protocolos baseados em evidências para diagnóstico e tratamento de precisão.
A Rua Professor João de Oliveira Torres, 115 fica a cerca de 10 minutos do Carrão pela Av. Carrão sentido Tatuapé — acesso rápido e direto, sem metrô ou baldeação. Para o diagnóstico periodontal, a tomografia cone beam mostra a estrutura óssea ao redor de cada dente com precisão milimétrica, definindo exatamente se o caso responde à curetagem ou precisa de cirurgia.
Entenda como a periodontite causa retração gengivalPeriodontite: atendemos toda a zona leste
A Sannre Odontologia atende pacientes de toda a zona leste de São Paulo. Consulte a página de periodontite específica para o seu bairro:
Dúvidas frequentes
Dr. Renato Kuszlewicz
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