Da Penha até a Sannre são cerca de 20 minutos pela Radial Leste — uma viagem um pouco mais longa do que os bairros vizinhos. A questão é: a periodontite moderada a severa pede periodontista, não clínico geral. O periodontista tem o treinamento específico para curetagem subgengival profunda, cirurgia periodontal e gestão de longo prazo. São 20 minutos que separam um tratamento que vai funcionar de um que deixará a doença avançar silenciosamente.
- Avaliação periodontal completa com periodontista especializado
- Curetagem subgengival e aplanamento radicular com anestesia
- Cirurgia periodontal para bolsas profundas (≥ 6 mm)
- Regeneração óssea guiada quando indicada
- ~20 min da Penha pela Radial Leste sentido Tatuapé
O que é periodontite e como ela se desenvolve?
Na Penha — bairro maior e mais distante do centro de periodontia especializado — muitos pacientes já passaram por consultas com clínico geral sem receber diagnóstico periodontal completo, porque a sondagem periodontal rotineira ainda não é universal nas consultas de rotina.
A periodontite está associada à interação entre biofilme bacteriano (placa), resposta inflamatória do organismo e fatores mecânicos relacionados à função mastigatória. O acúmulo de biofilme bacteriano na junção entre o dente e a gengiva favorece o desenvolvimento da inflamação, especialmente quando existem desequilíbrios funcionais que geram sobrecarga sobre os dentes e seus tecidos de suporte.
Quando não removido adequadamente pela escovação e fio dental, esse biofilme mineraliza e forma o tártaro, que não pode ser removido em casa e serve de reservatório para bactérias. Entretanto, a progressão da doença periodontal também está relacionada à distribuição inadequada das forças mastigatórias, que pode aumentar o estresse sobre o ligamento periodontal e o osso de suporte.
A combinação entre inflamação crônica, presença bacteriana e sobrecarga funcional pode levar à destruição progressiva do osso e dos tecidos que mantêm o dente no lugar. Esse processo favorece a formação das chamadas bolsas periodontais — espaços entre o dente e a gengiva onde o controle bacteriano se torna mais difícil.
Gengivite vs. Periodontite: a gengivite é a inflamação restrita à gengiva — reversível com profilaxia. A periodontite é o estágio seguinte, com comprometimento do osso. A destruição óssea da periodontite não se reconstrói completamente — o tratamento especializado a detém, não a reverte.
Sintomas da periodontite
Para quem vem da Penha, os sinais que finalmente motivam a busca por especialista são quase sempre os avançados: o dente que está mole, a gengiva muito retraída. Mas a periodontite começa muito antes, com sinais discretos que raramente causam dor — e que permitem tratamento muito mais simples quando identificados nessa fase:
Gengiva que sangra ao escovar ou usar fio dental
Gengiva retraída — dentes que parecem maiores do que antes
Mau hálito persistente que não melhora com higiene bucal
Sensibilidade ao frio, calor ou alimentos ácidos
Dente que parece solto ou mudou de posição
Espaços entre os dentes que antes não existiam
Pus entre o dente e a gengiva
Dor ao mastigar em casos mais avançados
Se você identificou algum desses sinais, procure avaliação com periodontista imediatamente. A periodontite não regride sem tratamento especializado.
Estágios da periodontite
A classificação internacional de 2018 divide a periodontite em quatro estágios com base na gravidade da destruição tecidual e nos fatores que modificam o risco:
Perda óssea leve, bolsas de até 4 mm. Excelente resposta à curetagem não-cirúrgica em 1 a 2 sessões, com prognóstico favorável a longo prazo.
Perda óssea moderada, bolsas de 5 a 6 mm. Tratável com curetagem subgengival em sessões por quadrante. Pode exigir reavaliação e sessões adicionais.
Bolsas acima de 6 mm, perda óssea significativa, possível mobilidade dental. Frequentemente requer cirurgia periodontal e pode envolver regeneração óssea.
Comprometimento mastigatório grave, dentes com mobilidade acentuada ou já perdidos. Requer cirurgia e planejamento de reabilitação.
Tratamento da periodontite na Sannre
O protocolo é definido após avaliação detalhada com sondagem periodontal digital e tomografia cone beam — o estágio da doença, o padrão de perda óssea e os fatores sistêmicos determinam o caminho de tratamento de cada paciente.
Principal tratamento para periodontite em estágios I e II. Remove o biofilme e o tártaro formados abaixo da linha da gengiva, reduzindo a carga bacteriana e controlando a inflamação periodontal. Realizada com anestesia local, é indolor durante o procedimento.
Realizado em conjunto com a curetagem, consiste no alisamento da superfície radicular para dificultar a nova adesão bacteriana e favorecer a readaptação do tecido gengival ao dente.
Em casos com infecção bacteriana mais agressiva, o uso de antibióticos sistêmicos ou de liberação local (dentro da bolsa periodontal) potencializa os resultados da curetagem.
Indicada nos estágios III e IV, quando o acesso subgengival por curetagem convencional não é suficiente. Permite visualização direta da raiz e do osso, tratamento de defeitos ósseos e, em alguns casos, regeneração tecidual guiada com membranas e enxertos.
Além do controle da inflamação e da descontaminação periodontal, é fundamental corrigir os desequilíbrios funcionais que podem estar contribuindo para a perda óssea e a mobilidade dentária. Por meio do protocolo Resin Align, realizamos uma análise detalhada da oclusão utilizando exames clínicos, escaneamento digital e planejamento funcional para redistribuir adequadamente as forças mastigatórias. O objetivo é reduzir a sobrecarga sobre dentes e tecidos de suporte, promovendo maior estabilidade, conforto e previsibilidade dos resultados periodontais a longo prazo.
Após a fase ativa do tratamento, consultas de manutenção a cada 3 a 6 meses são indispensáveis. A periodontite é uma condição multifatorial que exige acompanhamento contínuo para controle da saúde periodontal, monitoramento da função mastigatória e preservação dos resultados obtidos.
Por que tratar periodontite na Sannre?
A Sannre Odontologia é dirigida pelo Dr. Renato Kuszlewicz (CRO-SP 78.928), com 24 anos de experiência clínica em periodontia — incluindo cirurgia periodontal e regeneração óssea guiada para casos complexos. Utilizamos tomografia cone beam, sondas digitais e protocolos baseados em evidências internacionais.
A Rua Professor João de Oliveira Torres, 115 fica a cerca de 20 minutos da Penha pela Radial Leste sentido Tatuapé. É a opção mais indicada para moradores da Penha que precisam de periodontista especializado — com a expertise técnica necessária para diagnóstico preciso e tratamento de casos moderados a severos que o clínico geral não consegue manejar adequadamente.
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Dr. Renato Kuszlewicz
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